PÂNICO/PANIC




PÂNICO/PANIC


Pânico, como se sabe, é um substantivo masculino que o Houaiss define assim: “1. susto ou medo, geralmente sem fundamento; 2.susto ou medo súbito que pode provocar uma reação descontrolada de um indivíduo ou de um grupo.



Esta página sobre psicologia cita fontes, mas que não cobrem todo o conteúdo. (julho de 2009)

 Nota: Para outros significados, veja Pânico (desambiguação).

Pânico é um sentimento esmagador e repentino de medo e ansiedade.[1] A palavra "pânico" deriva do grego πανικός ("pertencente ao deus dos rebanhos, Pã"), que levou diversão de assustadores rebanhos de caprinos e ovinos em explosões repentinas de medo incontrolável. Os gregos antigos creditavam a vitória na batalha de Maratona a Pã. Eles usavam seu nome para o medo exibido pelos soldados inimigos em fuga. Na natureza, o "estado de pânico" é um sistema de defesa normal e útil que ativa todas as regiões do cérebro que estão relacionadas à atenção. É como se o animal entrasse em alerta máximo e num processo de fuga. Uma característica, por exemplo, é perder um pouco da sensibilidade nas extremidades do corpo para facilitar a fuga; ferimentos leves são ignorados enquanto um animal foge de seu predador. Porém, para o ser-humano, o pânico em situações que não expressam real perigo, pode ser uma doença que atrapalha o convívio social, chamada de síndrome do pânico. O "medo do pânico" pode se tornar o transtorno do pânico relacionadas a outros tipos de patologia psiquiátrica como crise de ansiedade, depressão, estresse e outros.

O Grito (1893), pintura de Edvard Munch


Pânico e o militarismo


O pânico é um grave problema em situações militares. Há uma série de treinamentos dados a sargentos para evitar que tropas sob seu comando entrem em pânico: por exemplo, recolhimento de mortos e feridos da vista dos soldados (especialmente se as baixas forem de seus companheiros de armas), instilação de moral, etc. 


Do lado oposto do campo de batalha, há batalhões especializados em gerar o pânico nas fileiras inimigas. Conseguem isso através de alto-falantes (tocando músicas e sons irritantes, como de crianças chorando, cães latindo, etc.). Esse tipo de tática ocorreu com frequência na segunda guerra mundial. Nos tempos modernos, a busca de pânico no inimigo foi parte integrante de uma estratégia declarada das tropas americanas na Terceira Guerra do Golfo. Na ocasião, essa estratégia foi chamada "Shock and Awe" (Choque e Pavor), e foi bem-sucedida no campo de batalha (as tropas iraquianas desistiram de lutar antes que os combates se iniciassem).


BÍBLIA..


 Mateus 8: 23. 

E, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram; 

24. E eis que no mar se levantou uma tempestade, tão grande que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo. 

25. E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos! Que perecemos. 

26. E ele disse-lhes: Por que temeis, homens de pequena fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança. 27. E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem? 


EX.


Sim, a Bíblia relata que Jesus dormia em um barco durante uma forte tempestade no Mar da Galileia, o que assustou os discípulos que o acordaram, e Ele, então, repreendeu o vento e o mar, acalmando-os e repreendendo a pouca fé dos discípulos, mostrando Seu poder sobre a natureza



 Marcos 6: 47. 

E sobrevindo a tarde, estava o barco no meio do mar e ele, sozinho, em terra. 

48. E vendo que se fatigavam a remar, porque o vento lhes era contrário, perto da quarta vigília da noite aproximou-se deles, andando sobre o mar, e queria passar-lhes adiante. 

49. Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos. 

50. Porque todos o viam, e perturbaram-se; mas logo falou com eles, e disse-lhes: Tende bom ânimo; sou eu, não temais. 

51. E subiu para o barco, para estar com eles, e o vento se aquietou; e entre si ficaram muito assombrados e maravilhados; 


EX.


Sim, os discípulos pensaram que Jesus era um fantasma (ou espectro) quando o viram andando sobre as águas, o que os deixou apavorados e gritando de medo, pois era uma visão sobrenatural e inesperada após Sua morte, conforme narrado nos Evangelhos de Mateus e Marcos. 


Jesus teve que se identificar e mostrar suas mãos e pés (em outra ocasião, após a ressurreição) para provar que não era um espírito, mas sim fisicamente presente. 

 

O que aconteceu: 


A Situação: 

Os discípulos estavam em um barco no Mar da Galileia durante uma tempestade, e Jesus foi ao encontro deles andando sobre a água. 


A Reação: 

Vendo essa cena bizarra, eles gritaram de medo, pensando que era um fantasma, como descrito em Marcos 6:49-50 e Mateus 14:26. 


A Resposta de Jesus: 

Ele imediatamente falou com eles, dizendo: "Coragem, sou eu! Não tenham medo!". 


Pedro e a Fé: 

Pedro, então, pediu para ir até Jesus sobre as águas, mas começou a afundar quando duvidou, sendo salvo por Jesus, o que reforçou a ideia de que Ele era mais do que um homem comum, mas não um fantasma. 

Por que pensaram isso? 


Medo do Desconhecido: 

A crença em aparições e fantasmas era comum, e uma figura andando sobre a água era assustadora e fora do comum. 


Contexto da Ressurreição: 

Tendo Jesus morrido, a aparição de um "espírito" fazendo algo impossível era uma explicação plausível para o pânico deles. 

Em Lucas 24:37-43, Jesus aparece novamente após a ressurreição, e os discípulos também se assustam, pensando que é um espírito. 

Ele então come peixe para mostrar que tem carne e ossos, confirmando sua ressurreição física, não sendo um fantasma.

 🥴😎


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