HORSE

 






HORSE

Cavalo



O cavalo existe há cerca de 55 milhões de anos, evoluindo de um pequeno herbívoro (o Eohippus) até o formato atual (Equus). Domesticados por volta de 4000 a.C., esses animais foram cruciais para o transporte, a agricultura e a guerra, alterando o rumo das civilizações


A fascinante trajetória dos equinos é dividida entre sua evolução natural e a parceria com a humanidade. 

1. Evolução Pré-Histórica 

  • Origem:O ancestral mais antigo conhecido é o Eohippus, um pequeno animal do tamanho de um cachorro com dedos nas patas, que surgiu na América do Norte há cerca de 56 milhões de anos. 
  • Adaptação:Com o tempo, as florestas deram lugar a planícies abertas. O animal desenvolveu maior estatura, focinho alongado e um único casco para correr mais rápido e fugir de predadores. 
  • Dispersão:Eles se espalharam pelo globo cruzando pontes de terra, como a de Bering, mas acabaram sendo extintos nas Américas, sendo reintroduzidos séculos depois pelos colonizadores europeus. 

2. A Domesticação e o Impacto Humano 

  • Os primeiros passos:A domesticação ocorreu por volta de 4000 a.C. nas estepes da Eurásia (regiões da atual Ucrânia e Cazaquistão). Inicialmente, eram criados como fonte de leite e carne. 
  • Revolução nos transportes:Por volta de 3000 a.C., a invenção da roda aliada à tração equina transformou o comércio e as migrações. 
  • Poderio militar:A montaria em cavalos e o uso de bigas deram enorme vantagem tática aos exércitos da Antiguidade, moldando impérios como o Romano e o Mongol. 

3. O Papel na Sociedade Moderna 

  • Da guerra ao esporte:Com a industrialização e a invenção dos motores, o cavalo deixou de ser o principal motor da sociedade (para cargas e guerras) e passou a exercer um papel fundamental no lazer, esporte(hipismo, vaquejada) e terapia(equoterapia). 
  • Sociabilidade:Graças a uma característica comportamental natural — a necessidade de um líder e a transferência de lealdade — o cavalo criou um vínculo emocional único com o ser humano. 

💡3 Curiosidades Fascinantes 

  • Memória:Cavalos possuem uma memória prodigiosa e são capazes de reconhecer pessoas e outros animais mesmo após anos de separação. 
  • Audição:As orelhas de um cavalo podem girar quase 180^\circ para localizar a origem exata de um som. 
  • Idade:Eles vivem em média de 25 a 30 anos, e a idade pode ser estimada de forma precisa através da análise contínua de seus dentes. 

Para saber mais sobre os diferentes tipos de raças, como o cavalo Mangalarga Marchador brasileiro, e conhecer mais sobre a relação homem-cavalo, você pode explorar os conteúdos abordados no Misteriosa origem dos cavalos domésticos da National Geographic ou acompanhar discussões sobre a cultura equina no CAVALO:


BURROS e MULAS...


O fruto do Cruzamento da égua (n=64) com o Jumento (n=62), origina um produto hibrido de (n=63) denominado Burroquando macho, e Mulaquando fêmea. Já no cruzameNto entre a Jumenta(n=62) com o cavalo(n=64), o produto híbrido será denominado Bardoto (fêmea ou macho



 Nota: "Burro" redireciona para este artigo. Para outros significados, veja Burro (desambiguação) ou Asno (desambiguação)


Eset artigo cita fontes, mas que não cobrem todo o conteúdo. 


O asno (nome científico: Equus africanus asinus) é uma subespécie doméstica do asno-selvagem-africano. É um mamífero perissodáctilo da família Equidae, cujo nome popular é jumento, jegue, jerico, burro ou asno-doméstico. De tamanho médio (conforme a raça), focinho e orelhas compridas, é utilizado desde a Pré-história como animal de carga.[1][2] Os ancestrais selvagens dos asnos foram domesticados por volta de 5 000 a.C., praticamente ao mesmo tempo que os cavalos, e, desde então, têm sido utilizados pelos homens como animais de carga e montaria.[2]

Asno no Red Rock Canyon National Conservation Area, perto de Las Vegas, Estados Unidos

Estado de conservação


Distribuição do asno doméstico

Sinónimos

Equus asinus

Os asnos estão classificados na ordem dos perissodáctilos e na família Equidae, à qual também pertencem os cavalos, pertencendo ambos a um único gênero, os equídeos (Equus).

No Brasil, o termo "burro"[3] pode por vezes designar, não a subespécie Equus africanus asinus, mas o cruzamento entre essa espécie e a Equus ferus caballus (cavalo) quando resulta num animal de gênero macho.[4] Esses híbridos são designados em Portugal como "macho" no caso do gênero ser masculino e "mula" se feminino.[5]

Camponês no interior do estado do Maranhão, no Brasil, usando um jumento como meio de transporte

Sua origem está ligada à Abissínia, onde era conhecido como onagro ou burro-selvagem. O burro é, desde tempos remotos, simultaneamente utilizado no meio rural para auxiliar nas tarefas agrícolas e para transporte.

Há séculos que é feito o cruzamento entre asno e cavalo, de que resulta um híbrido denominado muar ou mu, com características de ambas as raças: robustez, capacidade de adaptação a caminhos acidentados e a meio ambiente adverso, docilidade; pernas mais longas e, portanto, maior velocidade, maior facilidade de treino.

Burra amamentando filhote

A palavra "asno" é derivada do termo que designa esse animal em latim, asinu, e que também é usada em seu nome científico para designar a subespécie doméstica.[6] Os termos, também latinos, que designam seu gênero e espécie, Equus africanus, significam, literalmente, "cavalo africano".

As palavras "burro" e "burrico", por sua vez, são derivações regressivas do latim burricus, que significa "pequeno cavalo".[7][8][9]

A origem do termo "jegue" é controversa, mas, segundo algumas fontes, tem origem no termo inglês jackass. Jackass foi formado de duas palavras: (1) jack, aqui servindo apenas para indicar o sexo masculino do animal (Jack é apelido ou diminutivo de John e serve para designar um homem qualquer); (2) ass, burro.[10]


Em Portugal, Angola e Moçambique, tal como no Brasil, chamar burro a alguém é uma ofensa. Um indivíduo burro é um indivíduo pouco inteligente, estúpido, teimoso, ignorante, com pouco entendimento, sem conhecimento geral nem criatividade. No Brasil, é famosa a expressão ideia de jerico, sendo "jerico" um regionalismo para burro, também usado em Portugal.


Um burro pode ser cruzado com uma égua para produzir uma mula. Um cavalo macho pode ser cruzado com uma jumenta para produzir um bardoto. Híbridos de burro-cavalo são quase sempre estéreis porque os cavalos têm 64 cromossomos, enquanto os burros têm 62, produzindo descendentes com 63 cromossomos. Mulas são muito mais comuns do que bardotos. Acredita-se que isso seja causado por dois fatores, sendo o primeiro comprovado em híbridos de gatos, que quando a contagem de cromossomos do macho é maior, as taxas de fertilidade caem.[11] Kunga, um importante animal usado em batalha há milhares de anos, é provavelmente o primeiro exemplo de engenharia humana de animais. Eles eram altamente valorizados e muito caros.[12] Kunga foi o primeiro animal híbrido identificado.[13] Kunga foi criado a partir de jumentas e jumentos selvagens sírios há 4.500 anos.[14]

Monumento Cervantes na Praça de Espanha de Madri, representado Sancho Pança e seu asno

O antigo convívio com a espécie humana traz um grande número de referências culturais na literatura e no folclore popular. As "Fábulas de Esopo" usam a figura do burrinho para representar os humildes. Apuleio tem uma obra intitulada "O Asno de Ouro". Foi por muito tempo o símbolo da ignorância, como em "Sonho de uma Noite de Verão", de Shakespeare. "Pinóquio" é outro exemplo de fábula onde um menino mau é transformado num asno.

Fonte.

https://pt.wikipedia.org/wiki


Meditação....


Jeremias 12: 5. 

Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os cavalos? Se tão somente numa terra de paz estás confiado, como farás na enchente do Jordão? 


 Salmos 20: 7. 

Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR nosso Deus. 

8. Uns encurvam-se e caem, mas nós nos levantamos e estamos de pé. 

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