O REPARADOR.




O REPARADOR.


1 -Que ou aquele que repara, melhora, fortifica ou restabelece

2 -Que ou aquele que repara em tudo. ETIMOLOGIA der do part de reparar+or, como fr réparateur.


A dor de perder uma amizade profunda pode ser tão intensa quanto a de um término amoroso. Segundo o psicanalista Jarbas Caroni, especialista em neurociência e comportamento, isso acontece porque uma amizade verdadeira é mais do que companhia: ela se torna um porto seguro emocional. “Quando confiamos em alguém, nosso cérebro ativa os mesmos circuitos emocionais de vínculos familiares e afetivos. É amor em forma de silêncio compreendido, de riso espontâneo, de lealdade sem contrato”, afirma

Leal ou ausente? 

Por isso, de acordo com o especialista, quando esse vínculo se rompe, a sensação é de perder uma parte da própria história. “O cérebro interpreta rejeição ou afastamento como ameaça real, liberando cortisol e acionando a dor emocional nas mesmas regiões ligadas à dor física. O corpo sente. A alma, mais ainda.”

Luto pela amizade..

Caroni destaca que existe, sim, um luto pela amizade — e ele é silencioso, muitas vezes invisível aos olhos de quem está de fora. “Nem todo mundo entende quando dizemos que perdemos ‘apenas um amigo’. Mas dentro da gente, a perda é profunda.”


De acordo com o especialista, esse luto se manifesta em pequenos vazios: a vontade de dividir uma notícia, a lembrança de um lugar compartilhado, a notificação que não chega mais.

É comum que, nesse processo, surjam culpa e autocrítica. “A culpa é a forma da mente tentar consertar o passado, mas ela não nos leva para frente. Só prolonga o que já doeu”, explica o psicanalista. Para ele, é importante lembrar que cada escolha foi feita com os recursos disponíveis naquele momento.


“Culpar-se é como carregar uma mala que não nos pertence mais. Em vez disso, acolha-se. Diga a si mesmo: ‘eu fiz o que pude com o que eu sabia'”, 


O valor de si mesmo

No caminho para se reerguer, aceitar a dor é o primeiro passo. Segundo o psicanalista, fingir força o tempo todo só adia o processo de cura. Depois, é fundamental reconectar-se consigo mesmo. “Abrace quem você é fora daquela amizade. Cuide do seu corpo, da sua rotina, da sua alma. O cérebro precisa de novos estímulos para se reorganizar emocionalmente.” Para isso, atividades físicas, escrita, arte, espiritualidade e terapia são aliados poderosos.


Muitas vezes, há também o receio de buscar novas conexões por medo de parecer que está substituindo alguém especial. Mas Caroni é direto: “Ninguém substitui ninguém. Buscar apoio é honrar a si mesmo. O cérebro tem uma capacidade extraordinária de criar novos vínculos. Isso se chama neuroplasticidade. E na vida, isso se chama recomeçar.”

A dor, quando bem cuidada, pode se transformar em aprendizado. “O fim de uma amizade pode revelar muito sobre quem somos, sobre o que ainda precisamos curar e sobre forças que nem sabíamos que tínhamos. Crescimento não é esquecer, é lembrar sem doer. É sair do deserto mais forte, mais consciente e com a alma mais limpa para receber o que vem pela frente”, conclui o especialista


Fim de amizade: como lidar com a dor e reconstruir sua essência

Especialista explica por que a perda de um amigo dói tanto e como transformar essa ruptura em autoconhecimento e recomeço


A dor de perder uma amizade profunda pode ser tão intensa quanto a de um término amoroso. Segundo o psicanalista Jarbas Caroni, especialista em neurociência e comportamento, isso acontece porque uma amizade verdadeira é mais do que companhia: ela se torna um porto seguro emocional. “Quando confiamos em alguém, nosso cérebro ativa os mesmos circuitos emocionais de vínculos familiares e afetivos. É amor em forma de silêncio compreendido, de riso espontâneo, de lealdade sem contrato”, afirma.

Terminar relacionamento e manter a amizade é possível? 

Por isso, de acordo com o especialista, quando esse vínculo se rompe, a sensação é de perder uma parte da própria história. “O cérebro interpreta rejeição ou afastamento como ameaça real, liberando cortisol e acionando a dor emocional nas mesmas regiões ligadas à dor física. O corpo sente. A alma, mais ainda.”

Luto pela amizade

Caroni destaca que existe, sim, um luto pela amizade — e ele é silencioso, muitas vezes invisível aos olhos de quem está de fora. “Nem todo mundo entende quando dizemos que perdemos ‘apenas um amigo’. Mas dentro da gente, a perda é profunda.”


De acordo com o especialista, esse luto se manifesta em pequenos vazios: a vontade de dividir uma notícia, a lembrança de um lugar compartilhado, a notificação que não chega mais.

É comum que, nesse processo, surjam culpa e autocrítica. “A culpa é a forma da mente tentar consertar o passado, mas ela não nos leva para frente. Só prolonga o que já doeu”, explica o psicanalista. Para ele, é importante lembrar que cada escolha foi feita com os recursos disponíveis naquele momento.


“Culpar-se é como carregar uma mala que não nos pertence mais. Em vez disso, acolha-se. Diga a si mesmo: ‘eu fiz o que pude com o que eu sabia'”, afirma Caroni.



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O valor de si mesmo

No caminho para se reerguer, aceitar a dor é o primeiro passo. Segundo o psicanalista, fingir força o tempo todo só adia o processo de cura. Depois, é fundamental reconectar-se consigo mesmo. “Abrace quem você é fora daquela amizade. Cuide do seu corpo, da sua rotina, da sua alma. O cérebro precisa de novos estímulos para se reorganizar emocionalmente.” Para isso, atividades físicas, escrita, arte, espiritualidade e terapia são aliados poderosos.


Muitas vezes, há também o receio de buscar novas conexões por medo de parecer que está substituindo alguém especial. Mas Caroni é direto: “Ninguém substitui ninguém. Buscar apoio é honrar a si mesmo. O cérebro tem uma capacidade extraordinária de criar novos vínculos. Isso se chama neuroplasticidade. E na vida, isso se chama recomeçar.”

A dor, quando bem cuidada, pode se transformar em aprendizado. “O fim de uma amizade pode revelar muito sobre quem somos, sobre o que ainda precisamos curar e sobre forças que nem sabíamos que tínhamos. Crescimento não é esquecer, é lembrar sem doer. É sair do deserto mais forte, mais consciente e com a alma mais limpa para receber o que vem pela frente”, conclui o especialista.


Meditação.....


 Romanos 8: 31. 

Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? 

32. Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? 

33. Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. 

34. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e o que também intercede por nós. 

35. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? 

36. Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; somos reputados como ovelhas para o matadouro. 

37. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. 

38. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, 

39. Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. 

😮🤔😎

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